Stila
30 jan
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PRODUTO ESGOTADO
Kajal Eye Liner na cor Onyx
28 jan
27 jan
AcabamentosSATIN: Brave, Brave New Bronze, Cherish, Faux, Mocha, Pink Nouveau, Snob e Twig
CREMESHEEN: Creme cup, Fanfare, Hot Gossip, Lavander Wip e Ravishing
MATTE: Kinda sexy, Pink Plaid, Please me, Russin Red e Velvet Teddy
AMPLIFIED: Morange e Chatterbox





















25 jan
Olá meninas, vou passar para vocês algumas dicas de como eu limpo os meus pincéis. Vamos lá:
1) As esponjas de aplicação de pós e bases devem ser utilizadas uma única vez e lavadas. Pode-se fervê-las em uma mistura de água com um pouco de detergente e umas gotas de água sanitária ou lisoforme ou, deixá-las de molho na mesma mistura por algumas horas. Esfregue-as e enxágüe bem. Deixe secar em uma toalha limpa. No meu caso que sou maquiadora, o ideal é que elas sejam descartáveis, sendo utilizadas uma única vez e entregues à cliente ao final do trabalho. Eu prefiro as de silicone em formato de “queijo” e utilizo, preferencialmente, as da MAC;
2) O pincel de boca e a borracha do curvex devem ser limpos entre uma maquiagem e outra com algodão embebido em álcool 70º;
3) Pinceis de cerdas diversos: As cerdas dos pinceis são presas ao cabo por pressão e cola, por isso estes não podem ser lavados diariamente. Lave-os de acordo com a utilização, sendo uma frequência mínima quinzenal. Coloque um pouco de detergente e umas gotas de água sanitária em uma vasilha com água morna. Mergulhe os pinceis e deixe-os de molho por uns 15 minutos. Depois esfregue as cerdas com a ponta dos dedos. Se necessário, aplique um pouco de detergente nas cerdas, retirando todo resíduo de maquiagem. Depois de limpos, enxaque-os em água fria. Pressione os pelos, retirando o excesso de água. Deixe-os secar sobre uma toalha limpa.
4) Hoje em dia existem produtos próprios para limpar os pinceis, chamados de brush cleaner, como o Brush Cleanser da MAC. Estes produtos fazem uma limpeza superficial. Como o produto é líquido, não dá para limpar os pinceis de pó, blush e sombra seca, entre uma maquiagem e outra. Portanto, são ótimos para usar no final do expediente, preparando os acessórios para o dia seguinte.
Como usar: borrife o produto no pincel. Esfregue o pincel, delicadamente, em uma toalha limpa, fazendo movimentos de vai e vem.
Comprei um da Sephora Professionnel (Daily Brush Cleaner) com fórmula antibactericada (pelo menos, é o que o produto promete). Tem o cheiro gostoso e deixa as cerdas soltinhas e aparentemente limpas, e o mais importante: tem um bom preço. Estou gostando muito!
→ Não utilize condicionador, nem secador de cabelos nas cerdas dos pinceis.
→ O aplicador de máscara de cílios é um ótimo condutor de germes. Por isso, sempre utilizo aplicadores descartáveis. Por enquanto, no mercado, só conheço os da Mary Kay.
Alessandra Faria é maquiadora profissional e consultora de imagem pessoal em Belo Horizonte.
Email para contato: afariasilva@yahoo.com.br
20 jan
Primeiro vamos às descrições dos acabamentos das sombras:
Frost (F): Brilho iridescente que adiciona luz a qualquer cor.
Veluxe Pearl (VP): Tons vibrantes. Suave como veludo. Brilho metálico. A sombra Veluxe, agora adicionada com brilho perolado.
Velvet (V): Acabamento suave com alta intensidade de cor. Tem aspecto e toque aveludado.
Lustre (L): Suavemente perolada; intensamente cintilante com acabamento ultra fino.
Matte (M): Cor de alto impacto e acabamento 100% opaco.
Matte² (M²): Acabamento intenso, opaco com maior concentração de cor.
Satin (S): Tom puro com aspecto acetinado. Promove um brilho suave, sutil, leve.
Veluxe (VLX): Rica em pigmento ultrafino. De suave aplicação. Promove acabamento opaco, porém sedoso.
Paletta 01:
Carbon: Intense black (Matte)
Graphology: Dark black grey with a hint of purple (Matte²). Matte² Collection
Deep Truth: True dark blue (Frost)
Contrast: Purplish-blue with blue pearl (Velvet)








Palette 02:
Print: Muted grey with shimmer (Satin)
Scene: Muted blue-grey (Satin)
Kinight Divine: Black w/silver pearl (Veluxe Pearl)
Electra: Silver with icy shimmer (Frost)







Paletta 03
Naked Lunch: Minimal pink with shimmer (Frost)
Phloof!: Frosted off-white (Frost)
Shroom: Soft beige with shimmer (Satin)
Vanilla: Peachy-ivory with reflects (Velvet)







Paletta 04:
Shadowy Lady: Blackened plum (Matte)
Beauty Marked: Black-red w/sparkle pearl (Velvet)
Lilac Touch: Dirty mid-tone violet (Satin). Emanuel Ungaro Collection
Wintersky: Frosted neutral mid-tone pink (Veluxe Pearl).Chill Collection








Paletta 05:
1ª Fila (na horizontal)
Brun: Muted blackish-brown (Satin)
Espresso: Muted golden brown (Matte)
Copperplate: Muted mid-tone grey (Matte²)
Cork: Muted golden brown (Satin)
Kid: Beige cashmere (Veluxe)2ª Fila
Club: Red-brown with green pearl (Satin)
Twinks: Deep plum w/pearl (Veluxe Pearl)
Antiqued: Ash brown with bronze (Veluxe Pearl)
Satin Taupe: Taupe with silver shimmer (Frost)
Patina: Taupe brown w/golden pearl (Frost)3ª Fila
Romp: Chocolate laced with gold (Frost)
Tempting: Sinfully rich coco (Lustre)
Flip: Bronze gold (Frost)
Ricepaper: Peachy gold with shimmer (Frost)
Retrospeck: Beached blonde (Lustre)





17 jan
” O Ódio espuma. A preguiça se derrama. A gula engorda. A avareza acumula. A luxúria se oferece. O orgulho exulta. Só a inveja se esconde…”
Não é preciso ser nenhum expert em relações humanas para concordar que, ao contrário dos outros escancarados pecados capitais, a inveja é, realmente, um sentimento dissimulado. Talvez o menos tolerável de todos e que pode adquirir diferentes nuances. Uma pessoa pode ser acometida por um momento passageiro de inveja, que não chega a prejudicar ninguém, ou ser dominado pela chamada inveja patológica, um desgosto profundo e destrutivo pela felicidade de outra pessoa.“O verdadeiro amigo não é o que é solidário na desgraça, mas o que suporta o seu sucesso.”
De fato, uma pessoa bem-sucedida costuma ser alvo de muita inveja, porque irá encarnar uma das qualidades mais valorizadas na nossa sociedade consumista: a riqueza. Mas há uma grande diferença entre querer ter o mesmo sucesso que outra pessoa e simplesmente não se conformar com o sucesso de alguém. “Ciúme é querer manter o que se tem; cobiça é querer o que não se tem; inveja é não querer que o outro tenha”!
Por ser considerado tão nefasto à humanidade, esse sentimento acabou sendo incluído entre os sete pecados listados pela Igreja Católica, durante o Concílio de Trento (1545 a 1563). É considerada pecado porque uma pessoa invejosa ignoraria suas próprias bênçãos, priorizando as conquistas de outra pessoa, ao invés de buscar seu próprio crescimento espiritual. “A inveja é uma das emoções mais primitivas e é, geralmente, negada por todos. “Ninguém quer ser alvo de inveja e muito menos ser o próprio invejoso”.
A origem desse sentimento estaria num complexo de inferioridade. Ele nasce da comparação que constantemente as pessoas fazem entre si. “A inveja geralmente surge do sentimento de sentir-se incapaz, percebendo o outro como tendo todos os atributos que acredita não ter”. “É um dos mais destrutivos sintomas da insegurança interior, pois traz uma amarga sensação de desconforto e sofrimento quando se é confrontado com o sucesso de outra pessoa ou com algo de bom que lhe aconteça.
“Quem de fato está satisfeito e feliz com o que é, muito mais do que com o que tem, dificilmente sentirá inveja de outra pessoa”. Nossa cultura, talvez, seja uma grande cultivadora da inveja, já que desde muito cedo somos constantemente comparados. Com o irmão que é mais bonzinho ou com o primo que tira boas notas… Isso acontece na escola, na família, na sociedade. Aí começam as humilhações e as críticas, que fazem alguns se sentirem cada vez mais incapazes de ser e obter o que o outro tem. “Há uma tendência a supervalorizar o outro com tudo que ele tem e desvalorizar o que temos”.Olho gordo e mau-olhado são nomes que a cultura popular cunhou para inveja. Esse sentimento destrutivo é chamado de inveja patológica.
“Como todas as funções estruturantes, como o medo, respiração, prazer, marcha, amor, ciúme etc., a inveja pode ser normal ou patológica. O simples fato de desejar o que é do outro não é patológico, indica apenas que a pessoa reconhece no outro algo que lhe é significativo. Assim, a inveja indica caminhos, como o da vocação, o desejo de progredir, de aprender, de usufruir a vida, auto-afirmação.” A inveja deixaria de ser normal quando ela visa a atacar o objeto invejado, ao invés de se esforçar para adquiri-lo.
“Mas, veja bem: o problema não é a inveja, mas o modo como ela se manifesta”. E quem estaria mais propenso a sucumbir à inveja patológica? Segundo o psiquiatra, a pessoa que tem dificuldade de ir em busca de si mesma e de afirmar o que quer. “A inveja nasce da auto-rejeição que fazemos conosco, por não acreditarmos em nossos potenciais e por procurarmos fora de nós as explicações de como devemos pensar, sentir, falar, fazer e agir, dando importância desmedida aos outros, supervalorizando-os”.
No esforço para sair das garras desse sentimento, é importante aceitar-se como é, respeitando as diferenças e reconhecendo seus próprios valores.
Fonte: revista viver Brasil.
Depois que postei esse texto, recebi muito emails bacanas do Brasil afora! Obrigada pelo carinho e pela energia positiva. E entre eles estava o da Fernanda que me mandou essa fábula….até arrepiei!
“Conta-se que um monge eremita viajava através das aldeias, ensinando o bem.
Chegando a noite e estando nas montanhas, sentiu muito frio. Buscou um lugar para se abrigar. Um discípulo jovem ofereceu-lhe a própria caverna. Cedeu-lhe a cama pobre, onde uma pele de animal estava estendida.
O monge aceitou e repousou. No dia seguinte, quando o sol estava radiante e ele deveria prosseguir a sua peregrinação, desejou agradecer ao jovem pela hospitalidade.
Então, apontou o seu indicador para uma pequena pedra que estava próxima e ela se transformou em uma pepita de ouro.
Sem palavras, o velho procurou fazer que o rapaz entendesse que aquela era a sua doação, um agradecimento a ele. Contudo, o rapaz se manteve triste.
Então, o religioso pensou um pouco. Depois, num gesto inesperado, apontou uma enorme montanha e ela se transformou inteiramente em ouro.
O mensageiro, num gesto significativo, fez o rapaz entender que ele estava lhe dando aquela montanha de ouro em gratidão.
Porém, o jovem continuava triste. O velho não pôde se conter e perguntou:
Meu filho, afinal, o que você quer de mim? Estou lhe dando uma montanha inteira de ouro.
O rapaz apressado respondeu: Eu quero o vosso dedo.”